O autor António José Queiroz nasceu em Vila Meã (Amarante), em 1954.
Historiador e investigador universitário, tem colaboração em diversas revistas cientificas e obras coletivas, com textos maioritariamente dedicados ao estudo da República e do Republicanismo.
É autor, entre outros, dos seguintes livros: O Jornal Portuense A Montanha e as Relações Luso-Espanholas (1911-1926), Amarante, Edições do Tâmega, 1997; A Esquerda Democrática e o final da Primeira República, Lisboa, Livros Horizonte, 2008; José Domingues dos Santos: O Defensor do Povo (1887-1958), Lisboa, Assembleia da República, 2012.
É membro da Associação Portuguesa dos Escritores e da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto.
1 de Fevereiro de 1908 – 1 de Fevereiro de 2008 Centenário do assassínio do rei D. Carlos I e do príncipe D. Luís Filipe
Em «Memória do Atentado», Maria Alice Samara descreve o cenário, as personagens, os acontecimentos e as consequências do atentado, recorrendo ao testemunho dos principais escritores, políticos e jornais da época. Figuras como Aquilino Ribeiro ou Raul Brandão, jornais como O Mundo ou o Diário Ilustrado, vão fornecendo os elementos para percebermos as várias perspectivas, os diferentes pontos de vista partilhados pelas facções políticas em jogo, as teorias, as suspeitas, as tendências.
Em «O Atentado Iconográfico», Rui Tavares acompanha a cobertura jornalística do regicídio feita pela Ilustração Portuguesa. Trata-se de um guia das representações iconográficas do atentado que revela a forma como os acontecimentos foram recebidos e comunicados em Portugal e por todo o resto do mundo, e que nos dá a conhecer os modos de fazer reportagem jornalística no começo do século XX. O traço dominante: a sagacidade e subtileza de humor que não deixam de nos surpreender.
"Petiscos à Portuguesa é uma recolha pessoal, feita com evidente prazer e sem outro objectivo que não seja a partilha desses momentos de alegria com quem ande ao mesmo. Ao folhearmos a petisqueira, encontramos os grandes clássicos, como a salada de ovas ou de polvo, os peixinhos-da-hortos, os ovos mexidos com linguiça e toucinho, a cabeça de borrego assada, a cabeça de xara, as febras da matança, os pezinhos de coentrada, a morcela assada, só para dar alguns exemplos, mas também preparados mais heterodoxos e modernos, como sejam os rojões de avestruz, a morcela com ananás ou as fatias de pão com bife picado. Nada a opor: a petisqueira também está sujeita ao dinamismo do processo histórico e respectivas transformações e o que é verdadeiramente importante é que, assim ou assado, o que de novo apareça seja apaladado e contribua para nos aliviar da canseira e nos faça esquecer a rotina do dia-a-dia. Assim, aos que adquiram este livro, o meu maior desejo é que façam dele um uso imoderado. E façam o favor de ser felizes."
David Lopes Ramos
Traduzido de Maria Filomena Duarte.
Livro traduzido por Teresa Bernardes.
Livro de Poesia.
Homenagem aos militares do regimento de infantaria 32 de Penafiel, combatentes em França e África dos concelhos de Penafiel, Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Cinfães, Paredes, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, e outros.
Simbologia do românico na região do Savinhão.
Nunca ninguém foi mais citado do que Winston Churchill!
«Julgo que não me enganei por aí além. A História acabará por me dar razão, sobretudo por ser eu próprio a escrevê-la.»
«Aquilo que caracteriza um grande homem é o seu poder de deixar uma impressão duradoura nas pessoas que encontra.»
«Um bom conhaque é como uma mulher. Não o devemos tomar de assalto, mas sim mimá-lo e aquecê-lo nas mãos antes de o provar.»
«A política é quase tão excitante como a guerra, e quase tão perigosa quanto esta. Na guerra uma pessoa só pode morrer uma vez, mas na política podemos morrer muitas vezes.»
«Tentar manter boas relações com um comunista é como fazer festas a um crocodilo. Nunca sabemos se devemos afagá-lo debaixo do queixo ou bater-lhe por cima da cabeça. Quando abre a boca, nunca sabemos se está a sorrir ou a preparar-se para nos comer.»
«Engolir as minhas próprias palavras nunca me causou nenhuma congestão.»
«Talvez seja melhor ser irresponsável e acertar do que ser responsável e errar.»
Winston Churchill
Livro dedicado às tradições da festa do Corpo de Deus em Penafiel.
A história da mais antiga casa de espetáculos de Penafiel, Cine-Teatro S. Martinho.
Como dois gladiadores na arena de todas as crueldades, põem-nos face a face. O prémio: a sobrevivência do vencedor no seio do horror nazi, numa fortaleza misteriosa onde um serviço especial, criado por Himmler, tem por missão arrancar os segredos daqueles que considera terem poderes ocultos.
Os dois cativos são François Branier, resistente, médico e Venerável - Mestre de uma loja maçónica, herdeira dos construtores de catedrais, e o resistente, monge beneditino e radiestesista irmão Benoît.
Estes homens excecionais existiram e, apesar de aparecerem aqui sob os traços de personagens romanescas, viveram na realidade a aventura espantosa que Christian Jacq narra. O Monge e o Venerável encontram-se porque a sua fé parece inconciliável. Face à barbárie, não deverão eles primeiro ouvirem-se um ao outro, conciliar as suas diferenças e depois entenderem-se? Na tentativa de os dominarem e obterem as suas confissões, os seus torcionários estão prontos a tocar o fundo da selvajaria e a matar a esperança. Um suspense em ambiente fechado... sob o olhar de Deus e do Grande Arquiteto.
No momento em que os fanatismos e a intolerância se tornam ameaçadores, O Monge e o Venerável põe em cena dois heróis que conseguirão a sobrevivência e a plenitude na união das suas diferenças.
A cor verde: Esta obra é composta por dois contos, "Vedação" e "Casebre".
No primeiro conto o leitor pode acompanhar um episódio da vida de um fotógrafo, que mostra que há eventos que mudam completamente o (seu) Quotidiano.
No segundo conto o leitor pode acompanhar um episódio da vida de uma família que detém terras e negócios, uma família que esconde um grande mal, e há caminhos que são superiores à força dessa famíla.
A cor verde é uma obra que parece parte de uma espécie de tabela na qual a esperança e a decadência surgem representadas pela mesma cor.
Não somos apenas o que mostramos nem apenas o que guardamos. Não somos absolutamente tudo nem absolutamente nada. Não seremos a mesma pessoa por fora nem a mesma pessoa por dentro a vida inteira. Por dentro, mudamos como muda a nossa pele, porque o tempo por que passamos envolve-nos mas também nos invade. Mas é mais o que somos por dentro, independentemente das mudanças, o que mais se aproxima do que na verdade somos. Por fora, o que se vê em nós é uma veste, a pele daquilo que somos. E quem nos vê a pele, para nos conhecer, tem que olhar o que temos dentro dela.
"Depois desta demorada viagem através da obra de Ramalho Ortigão, uma conclusão se impõe principalmente: é que as descrições da sua cidade vão ganhando em vulto e em beleza à medida que se forma o seu estilo, mas também à medida que o tempo e a distância vão dando perspectiva á sua visão."
Maria Helena da Rocha Pereira
"A requalificação da Igreja da Misericórdia trouxe a todos os penafidelenses uma alegra imensa. Quase 400 anos depois do lançamento da primeira pedra da sua construção, em 1622, a nossa Igreja da Misericórdia foi objecto de profundas obras de requalificação e restauro."
O Presidente da Câmara Municipal de Penafiel, Antonino de Sousa
Esta é uma história sobre a importância do outro. O pintor Oskar Kokoschka estava tão apaixonado por Alma Mahler que, quando a relação acabou, mandou construir uma boneca, de tamanho real, com todos os pormenores da sua amada. Mas um dia, farto dela, partiu-lhe uma garrafa de vinho tinto na cabeça e a boneca foi para o lixo. Foi a partir daí que ela se tornou fundamental para o destino de várias pessoas que sobreviveram às quatro toneladas de bombas que caíram em Dresden durante a Segunda Guerra Mundial.
Antologia comemorativa de centenário do nascimento do autor coordenada por João de Araújo Correia (filho) e José Viale Moutinho.
[...] É nesse sentido que o livro, para mim, vale - é a homenagem que quero prestar àqueles que acompanhei, participando no mesmo combate cívico. Foi essa geração de advogados corajosos, tendo a seu lado o que de mais relevante o Porto tinha, que fez uma oposição tenaz ao salazarismo - e que fez que o porto então tivesse voz, no contexto nacional. Ficou para mim esta responsabilidade, agora acrescida - a obrigação de dizer o que, do meu ponto de vista, se passou nesses momentos históricos, desfazendo tanta falta de rigor que por aí circula.
[...] o livro é também uma homengem ao espaço em que tudo isto foi possível: ao espaço de vida política que era o Porto.
Manuel Coelho dos Santos
Perdido numa imensa floresta, num dia de tempestade, sozinho e sem saber o que fazer. Será que alguém o consegue ajudar?
"Aqui se reúnem vários textos sobre várias obras, vários artistas, vários acontecimentos artísticos. Foram escritos nos últimos anos. Uns são assim-assim, outros assado, outros assim e assado. Uns são assim porque não os pude escrever escrever assado, outros são assado porque não os pude escrever assim."
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No ano de 1741 começou a surgir em Penafiel a necessidade de se construir bibliotecas e museus, de forma a instruir os cidadãos e permitir o progresso da localidade.